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SINDMAR MG

Sindicato dos Oficiais Marceneiros de Belo Horizonte e Região

  
  
  

História

A HISTÓRIA DO BRASIL PASSA PELA HISTÓRIA DOS MARCENEIROS MINEIROS

    A história de luta do sindicato dos marceneiros de Belo Horizonte e Região se confunde com a história da classe operária no Brasil. Sempre que foi necessário, nos mais diversos momentos da história do Brasil, a categoria organizada dos marceneiros e carpinteiros, estivera presente.
    Foi assim em 05 de maio de 1912, quando mesmo sem uma estrutura sindical, um grupo de marceneiros e carpinteiros paralisaram seu trabalho por 2 dias em Belo Horizonte, alcançando a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias. O que serviu de referendo para todos os demais operários e impulsionou a fundação da Federação das Indústrias de Minas Gerais.


    Em 23 de março de 1939, foi criado o embrião do Sindicato dos Oficiais Marceneiros de Belo Horizonte, que cumprindo a legislação do momento, funcionou como associação por seis meses, requerendo registro sindical após esse período. Sua Carta Sindical só veio em 12 de novembro de 1941, mas sua luta não ficou estagnada e quando saiu, seu reconhecimento já era notório.    
    Este sindicato nunca se pautou apenas por sua demanda corporativista, quando a ganância dos patrões abalou o Brasil, nos anos de 1950, os marceneiros e carpinteiros marcharam contra a carestia, o desemprego e para acabar com as atrocidades cometidas contra a liberdade popular.
    Na Ditadura Militar, em 24 de abril de 1964, o Ministério do Trabalho publicou a portaria de número 999 e diretores presididos por João Luzia, foram presos e condenados em processos com base nos argumentos da ditadura. Sem perder a esperança, as mulheres destes diretores marcharam em luta, pegando no sindicato alguns documentos como livros de ata e assinatura, para não deixar esse momento sem registro.
    Com exceção destes livros, todos os demais documentos do sindicato foram destruídos e o exército se apossou de sua história. Mas não arrancou sua garra, nem disposição de luta! A categoria saiu à frente em diversos momentos da história: tradicionais e orgulhosos da sua intenção de organizar e vencer. Vitoriosamente conquistando o bem estar da classe trabalhadora, principalmente da categoria de marceneiros e carpinteiros, ao conquistar a abertura política na década de 70.
    Com o fim da ditadura, o Sindicato submerge das cinzas! Foi ativo na construção da CUT – Central Única dos Trabalhadores e do PT – Partido dos Trabalhadores. Por aqui passaram líderes que ficaram para a história, que trocaram as noites de sono, os aconchegos da família, na busca de um ideal. Líderes como João Luzia, cuja hostilidade dos militares e as conseqüências da prisão, na época da ditadura acabaram por lhe ceifar a vida. Líderes como Otavino Alves, cuja pensão familiar e dos trabalhadores, na região do Barreiro (BH), serviu de albergue para os bravos revolucionários, e cuja luta se estende até hoje Uruguaiana, Sul do Brasil. O saudoso Seu Milton, nosso primeiro peão candidato a vice-governador em 1982. Um revolucionário de voz mansa, muita sabedoria, que encantou nossa fileira até no ano de 2003. Carlos Calazans, nosso primeiro presidente após a ditadura; João Caetano, membro da primeira diretoria da CUT/MG e até hoje conosco, contribuindo para o fortalecimento de nosso sindicato; Teles, Julinho, Dionísio, Fernando e tantos outros.
Guiados por estes, o Sindicato dos Marceneiros de Belo Horizonte enfrentou com afinco o governo militar, resistindo aos seus desafios e preservando em sua postura de defesa dos direitos de sua categoria; fortaleceu a CUT; apoiou a campanha de Diretas Já, democratizando este país; ajudou a derrubar Fernando Collor; e nunca deixou de lutar pelos interesses de sua categoria.
Por todo este período, a maior parte dos municípios de Minas Gerais não tinha sindicatos de Marceneiros, deixando que a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Minas Gerais (Federação do Mobiliário), defendesse seus interesses. Na década de 80 mais de 70 companheiros(as) em Sete Lagoas, entraram em greve contra atrasos de salários. Por não terem assistência de um Sindicato, a greve foi julgada abusiva e os (as) companheiros (as) foram demitidos (as). Procurada, a Federação do Mobiliário não se manifestou, motivando a extensão da base de representação do sindicato dos marceneiros de Belo Horizonte, para a Região Metropolitana de BH, abrangendo esta cidade, para impedir novas injustiças.  
Nesta mesma época, houve uma greve de Marceneiros em Bom Despacho e toda a cidade se paralisou. Novamente a Federação do Mobiliário não se manifestou e a diretoria do Sindicato dos Marceneiros, presidida por Wilton Santos Teles, ajudou aqueles(as) companheiros(as) a impedirem demissões em massa, ajudando-os a criarem seu Sindicato.
Ainda nesta época, em Ubá os companheiros sentiram a necessidade de uma maior proteção de um Sindicato, pois a Federação do Mobiliário sempre os “empurrava com a barriga”, sem priorizar suas lutas. Novamente a diretoria do Sindicato dos Marceneiros ajudou aqueles companheiros a criarem seu sindicato.
Por fim quando companheiros de outras cidades procuraram o sindicato em Belo Horizonte, no ano de 2000, este resolveu estender sua base de representação para todo o Estado de Minas Gerais (onde não houvesse sindicato da categoria) e criar um Sindicato grande, fortalecendo ainda mais suas ações. Passou então a se chamar SINDMAR
Desde então foi aberta uma Sub-Sede em Ubá, coordenando os trabalhos de toda a Zona da Mata, outra em Carmo do Cajuru e uniu-se ao sindicato de Bom Despacho, sem descuidar da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e fortalecendo sua concepção de um sindicato de massa, nos seguintes princípios:
•    Liberdade sindical – total liberdade de organização dos sindicatos
•    Autonomia sindical – capacidade dos sindicatos em auto-gerir suas finanças, onde os trabalhadores sustentam seu sindicato para que este não dependa dos patrões nem do governo.
•    Independência sindical – com o sindicato livre e sustentado pelos trabalhadores, sem vínculo com governo, partidos políticos nem com os patrões, tomando decisões em assembléias e sem nenhum “rabo preso”.
    A diretoria do SINDMAR é substituída de 3 em 3 anos, mas sempre teve a mesma conduta: libertar a categoria da exploração. E para isso é de suma importância a unidade da categoria em todo o Estado de Minas Gerais e sua independência financeira, para que possa visitar todos os municípios sem ter que pedir a bênção dos patrões nem do governo.
Hoje tem uma diretoria que administra o SINDMAR. Amanhã poderá ser você, motivo pelo qual esta fica satisfeita quando você a procura e lhe dá a oportunidade de conversar, pois nas assembléias ou nas portas de fábricas, não sobra tempo para conversas com cada companheiro ou companheira.
Estamos trabalhando para criar subsedes em todos as régioes necessárias, e em breve faremos uma visita à sua cidade, mas se houver uma demanda e ainda não tivermos chegado, não deixe para depois, ligue para nós que aí estaremos imediatamente. Enquanto isso, o sindicato se coloca à inteira disposição, para todos os esclarecimentos necessários (direitos trabalhistas, cálculos de acerto de contas, seguridade social, aposentadoria e orientações afins) que poderão ser feitas por cartas, para Sindicato dos Oficiais Marceneiros de Belo Horizonte e Região - Sede Central: Rua Carijos, 141 - Cj. 205, 2º andar, Centro, Belo Horizonte/MG Fone: (31)  3271-1611 Site:  www.marceneirosmg.org.br, e-mails: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ; Sub-Sede 1: Carmo do Cajuru: Rua Antônio Nogueira Gontijo, 219, Bairro São Luiz, Carmo do Cajuru/MG, Fone: (37) 3244-1730; Sub-Sede 2: Rodeiro: Av. Pref. Adolfo Nicolato, 36, Lj C, Centro, Rodeiro/MG, Tel: (32) 3577-1081; Sub-Sede 3: São Geraldo: Rua Vinte e Um de Abri, 284, Centro, São Geraldo/MG, Tel: (32) 3556-1075; onde estaremos sempre à disposição.



AVANTE COMPANHEIROS, SOMOS HERDEIROS LIGÍTIMOS DOS VERDADEIROS HERÓIS DESTE PAÍS!

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